Gosto de música. Muito. Mas recentemente descobri que gosto mais do que venho me permitindo apreciar a música que existe em meus dias. Mas não gosto só de gostar, descobri que gosto de saber sobre, de conhecer mais, de ouvir mais. E gosto também de filmes e suas trilhas, de televisão, gosto até do que não gosto muito.
Começar um blog é sempre muito divertido. Permite ampliar o olhar sobre assuntos dos mais variados, que sempre nos apetece discutir, falar sobre, comentar, alardear ou só citar um gostar gostoso que não tem muitas razões de ser. É um exercício de escrita, de reflexão, de posicionamento, mas sobretudo de organização do pensamento.
Começar um blog é sempre muito divertido. Permite ampliar o olhar sobre assuntos dos mais variados, que sempre nos apetece discutir, falar sobre, comentar, alardear ou só citar um gostar gostoso que não tem muitas razões de ser. É um exercício de escrita, de reflexão, de posicionamento, mas sobretudo de organização do pensamento.
Pensei inicialmente em fazer uma lista comentada de músicas que gosto mas que com o tempo deixei de acessar. Essa ideia me fez perceber o tanto de coisas que deixei passar, deixei de acessar e que fazem falta... e o não ter desalegra meus dias. Lembrar, ouvir de novo, pensar no que foi bom, ou caçar novos ritmos, novas melodias, desde que sorria de novo ou sustente o sorriso com o novo, essa é a motivação deste blog.
Pra começar,
La Belle Du Jour (Alceu Valença)
uma música que sempre que ouço fico feliz:
Essa me lembra Recife. Bienal de Cultura da Une. Dias Felizes. Sem dinheiro e com amigos, pulei o pré-carnaval mais animado. Foi ali em Recife que eu descobri que tinha fôlego pra pular três carnavais seguidos. Foi ali que eu descobri o potencial libertador do carnaval, do frevo nas ladeiras, do beijo de amor mais derradeiro, do cantar já sem fôlego. "La Belle du Jour era a moça mais linda de toda a cidade"... essa era eu... e por muitas vezes ainda sou!
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